O
site disponibiliza apenas com caráter informativo dados sobre as
Eleições Municipais de 2020. Este site não realiza nenhum tipo de
propaganda eleitoral. Este site não realiza nenhum tipo de pesquisa
eleitoral registrada, prevista no artigo 33 da Lei n° 9504/97. Fonte de
dados: TSE
Ele,
que fazia o personagem no programa apresentado por Ana Maria Braga na
TV Globo, foi encontrado morto em casa na Barra da Tijuca neste domingo
(1º).
Por G1
Louro José — Foto: João Cotta/TV Globo
O ator Tom Veiga, intérprete do Louro José no programa "Mais Você", apresentado por Ana Maria Braga na TV Globo, foi encontrado morto em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio, neste domingo (1º).
Veiga trabalhou no "Mais Você" por mais de 20 anos interpretando o boneco.
O personagem foi criado por Ana Maria Braga em 1996, informa o site "Memória Globo".
Na época, ela apresentava o programa "Note e Anote", na Record.
“Precisava ser um bicho que falasse, que interagisse comigo, mas não
podia ser cachorro, porque cachorro não fala, passarinho não fala",
lembrou ela, em depoimento.
Várias pessoas foram testadas para manipular o fantoche, mas quem ficou com o papel desde o início foi Tom Veiga.
"Obrigada pela companhia, parceria, lealdade. A gente nunca discutiu,
nunca brigou, a gente nunca ficou sem se falar por nenhuma razão. É uma
das relações mais fantásticas da minha vida. Ele é irmão do meu papagaio
que está lá na fazenda, que também é Louro José. É meu filho de penas".
Tom Veiga — Foto: Reprodução/Facebook/Tom Veiga
Ana Maria Braga e Louro José — Foto: TV Globo
Ana Maria Braga e Louro José — Foto: TV Globo/Frederico Rozário
Famosos usaram as redes sociais para lamentar a morte do ator Tom Veiga.
Felipe Andreoli, jornalista
Puxa vida, que triste essa notícia do Louro José 🖤 Descanse sem Paz, Tom❤
Que triste a morte do Tom Veiga nessas circunstâncias. Meu pensamento vai pra @ANAMARIABRAGA,
a quem entrevistei recentemente, que enfrentou tanto neste ano e perde
um companheiro de jornada. Força a ela e à família do Louro José
Um
jogo de tirar o fôlego na tarde deste domingo no Maracanã - candidato a
melhor do campeonato. E venceu o time mais eficiente. Em tarde
iluminada de Tiago Volpi com duas defesas de pênalti e uma assistência, o
São Paulo não tomou conhecimento do atual campeão brasileiro e fez 4 a 1
com gols de Tchê Tchê, Brenner, Reinaldo e Luciano. Pedro fez o de
honra do Flamengo.
Tiago Volpi, do São Paulo, defende o pênalti cobrado por Pedro, do Flamengo (Foto: André Durão)
Candidatos por partido político em Guaratinguetá-SP
MDB18
PDT17
PL18
PMN11
PP18
PRTB14
PSB3
PSC18
PSD19
PSDB15
PSL17
PT19
PTB17
PTC17
REPUBLICANOS17
SOLIDARIEDADE13
O site disponibiliza apenas com caráter informativo dados sobre as
Eleições Municipais de 2020. Este site não realiza nenhum tipo de
propaganda eleitoral. Este site não realiza nenhum tipo de pesquisa
eleitoral registrada, prevista no artigo 33 da Lei n° 9504/97. Fonte de
dados: TSE
Jocelem Maydana, e uma grande equipe de comunicadores
fazem parte do projeto, disponibilizando muito conteúdo de qualidade
levando o Vale do Paraíba paulista num patamar mais alto, a agregar
informação e tudo o que faz da região do vale histórico.
Ao
longo da campanha eleitoral, os dois candidatos foram pouco detalhistas
na relação que pretendem adotar com a América Latina. Para analistas,
Brasil deve ter um papel apenas secundário no próximo governo dos EUA.
Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1
01/11/2020 12h12 Atualizado há 4 horas
Com Joe Biden ou Donald Trump no comando dos Estados Unidos, o Brasil terá de lidar com obstáculos na relação comercial com norte-americanos. Uma
eventual presidência do democrata deve aumentar a pressão com a
condução da política ambiental brasileira, enquanto a reeleição do
republicano mantém o viés protecionista da economia dos EUA.
Ao longo da campanha, os dois candidatos foram pouco detalhistas nas
propostas de comércio exterior com a América Latina. O foco esteve na
China e na União Europeia, o que indica, segundo analistas, que qualquer
mudança no comércio com o Brasil não deve ocorrer tão cedo.
Montagem mostra os dois candidatos à presidência dos EUA, Joe Biden e Donald Trump — Foto: Reuters/Via BBC
"A
primeira observação é que a América Latina como um todo não é um tema
central para a política externa norte-americana", diz Welber Barral,
ex-secretário de Comércio Exterior. "Muito provavelmente o Brasil será
um tema secundário e corre o risco de ficar dominado pela questão
ambiental."
Hoje, os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do
Brasil, atrás somente da China. Entre janeiro e setembro deste ano, a
corrente de comércio (soma de importação e exportação) com os
norte-americanos somou US$ 44,6 bilhões. Com o chineses, a corrente
chegou a US$ 73,4 bilhões.
Biden e a questão ambiental
Líder nas pesquisas eleitorais, Biden já citou o elevado desmatamento da Amazônia
num debate com Trump e disse que o Brasil pode enfrentar "consequências
econômicas" se os índices de perdas florestais não forem revertidos.
As florestas tropicais no Brasil estão sendo destruídas, diz Biden
O aumento do desmatamento no Brasil já está no radar de outros país há
algum tempo. O parlamento europeu, por exemplo, indicou que o acordo com
o Mercosul – que levou 20 anos para ser assinado - não deve ser ratificado se o governo brasileiro não promover mudanças na sua política ambiental.
"Diferente
do Trump, com o Biden (na presidência), eu acho que haverá um efeito
importante na área ambiental, vai haver uma coordenação da Europa e dos
EUA para fazer pressão sobre o Brasil", diz Rubens Barbosa,
ex-embaixador do Brasil em Washington entre 1999 e 2004.
Nesse cenário da eleição de Biden, em que a pauta ambiental deve ganhar
força, os produtos brasileiros podem sofrer algum tipo de dificuldade
para entrar no mercado norte-americano e os possíveis acordos comerciais
devem emperrar.
“Democratas em Washington - na Casa Branca e no Congresso -
provavelmente questionariam as políticas do Brasil no meio ambiente
(...) e podem se recusar a assinar acordos comerciais com administração
Bolsonaro”, escreveram os economistas do banco BNP Paribas Marcelo
Carvalho e Luiz Eduardo Peixoto.
Trump e o protecionismo
Com Trump, as relações de maior protecionismo devem continuar, mas ainda não é possível saber se haverá uma subida de patamar.
Neste primeiro mandato, o atual presidente norte-americano abriu uma
guerra comercial com a China e aumentou as tarifas de importações de aço
e alumínio, o que afetou produtores brasileiros.
As medidas mais protecionistas no comércio internacional vieram dentro
de uma política que Trump chamou de America First (América Primeiro, em
tradução livre). Na campanha de 2016, ele prometeu reduzir o déficit
comercial do país.
O presidente dos EUA Donald Trump exibe a ordem executiva da retirada
dos Estados Unidos do Acordo Transpacífico — Foto: Kevin
Lamarque/Reuters
"O
Trump já falou muita coisa, de acirramento. Se ele continuar nesse tom,
o que se espera é um cenário internacional mais conflituoso", afirma
Lia Valls, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação
Getulio Vargas.
A implementação da tecnologia de quinta geração (5G) no Brasil também
deve ser afetada a depender do resultado eleitoral norte-americano.
Na guerra comercial entre Estados Unidos e China, o 5G se tornou mais
uma batalha. Os dois países disputam qual nação vai ter a influência no
mundo da implantação da nova tecnologia.
Num sinal claro dessa guerra tecnológica, a empresa chinesa Huawei, que
detém a patentes no 5G, enfrenta restrições nos Estados Unidos. A
companhia é acusada de manter relações com o Partido Comunista Chinês.
Em julho, o Reino Unido excluiu a Huawei de sua rede 5G.
No Brasil, o leilão de 5G foi adiado para 2021 por causa da pandemia do coronavírus.
Por ora, Bolsonaro tem dito que caberá a ele próprio a decisão sobre a
implementação da internet móvel 5G no Brasil, o que pode indicar uma
preferência para os Estados Unidos no caso de uma vitória de Trump, de
quem Bolsonaro se diz aliado.
Segundo Bolsonaro, não vai ter "ninguém dando palpite" na definição da tecnologia.
'Quem vai decidir o 5G sou eu', diz Bolsonaro
"Se
o Trump ganhar, a pressão para que o Brasil fique ao lado dos
americanos pode aumentar", diz Barbosa. "Com Biden, os grupos internos,
as empresas que querem que o país tenha uma posição independente, vão se
fortalecer. É capaz de o Brasil não excluir a empresa chinesa da
licitação do 5G.”
Governo detalha pacote para facilitar comércio com os EUA
Mercado financeiro
No mercado financeiro, a leitura dos agentes é que a disputa
presidencial deve ser vencida pelo democrata. "O cenário mais provável é
uma vitória do Biden, sem contestação”, afirma o economista-chefe da
Mauá Capital, Alexandre Ázara.
Os investidores, no entanto, também se debruçam na eleição para o
Senado norte-americano. Uma larga vitória dos democratas na casa pode
indicar que o partido vai ter força para aprovar várias medidas de
estímulos fiscais, o que pode piorar as contas públicas do país.
Nesse quadro, para conter a inflação estimulada pela piora fiscal, o Federal Reserve (Fed,
banco central dos Estados Unidos) pode ser obrigado a subir os juros, o
que afetaria economias emergentes, como a brasileira. Hoje, os juros
estão na faixa entre 0% e 0,25%.
No
jogo de número 100 de Solskjaer no comando do Manchester United, foi o
Arsenal quem saiu sorrindo do Old Trafford neste domingo, pela sétima
rodada do Campeonato Inglês. O time de Londres jogou melhor, fez 1 a 0
com gol de pênalti de Aubameyang e quebrou um jejum de 14 anos no
estádio rival. Entre os destaques do time vitorioso, apareceu o zagueiro
brasileiro Gabriel Magalhães, muito seguro nas investidas do United.
Aubameyang comemora gol da vitória do Arsenal sobre o Manchester United no Old Trafford (Foto: REUTERS/Paul Ellis)
Panorama
O
Arsenal chegou a 12 pontos e foi momentaneamente ao oitavo lugar,
subindo três posições - o Tottenham, que joga às 16h15, ainda pode
ultrapassar na rodada. O Manchester United, por sua vez, estacionou na
15ª posição com sete pontos conquistados em seis partidas.
Próximos compromissos
Na
oitava rodada, o Arsenal recebe o Aston Villa no próximo sábado,
enquanto o Manchester United visita o Everton. Antes, as equipes têm
compromissos por competições continentais: o Arsenal encara o Molde,
dentro de casa, na quinta-feira, pela Liga Europa. Pela Liga dos Campeões, o United joga contra o Basaksehir na quarta-feira, em Istambul.
O jogo
O
Arsenal foi superior durante toda a partida, dando poucas chances aos
donos da casa. A equipe comandada por Mikel Arteta pressionava no campo
ofensivo, teve boas oportunidades no primeiro tempo, mas não conseguiu
acertar a meta. Aubameyang chegou atrasado em cruzamento de Bellerín,
Lacazaette furou na área e Willian acertou o travessão com um bonito
chute de esquerda.
Fred e Lacazette, Manchester United x Arsenal (Foto: Reuters)
Na
volta do intervalo, o Manchester United ensaiou uma melhora, mas as
melhores chegada seguiam sendo do Arsenal. Aos 22 minutos, Pogba
derrubou Bellerín na área no lance que definiu a partida. O árbitro
marcou pênalti, Aubameyang bateu firme e converteu. Solskjaer ainda
colocou Van de Beek e Cavani na partida, mas ambos pouco produziram.
O Corinthians
aguarda a chegada de Jemerson para realizar exames médicos e assinar
contrato na próxima terça-feira. Neste fim de semana, as partes
definiram os detalhes que faltavam para chegar a um acordo, e o zagueiro
do francês Monaco deve ser anunciado como reforço do Timão.
Jemerson vai assinar um contrato de empréstimo até o meio do ano que
vem. Há nove meses sem atuar pela equipe francesa, o jogador de 28 anos
conseguiu a liberação e vai reforçar um dos setores mais carentes do
elenco.
Vagner Mancini conta atualmente apenas com Gil, Bruno Méndez e Marllon para a função.
Mais notícias do Corinthians:
Jemerson em ação pelo Monaco — Foto: Tim Clayton/Getty Images
Nesse primeiro momento, os salários de Jemerson serão divididos entre
Corinthians e Monaco. Ao fim do empréstimo, no meio de 2021, quando
também se encerra o vínculo do zagueiro com o time francês, o Timão
poderá ou não contratar o jogador em definitivo.
O zagueiro será o 12º reforço do Timão para a temporada. Antes dele,
foram contratados Luan, Sidcley, Cantillo, Davó, Yony González
(devolvido depois ao Benfica), Éderson, Jô, Léo Natel, Otero, Cazares e
Fábio Santos.
Dana: "Eu cometi um grande erro ao deixar Anderson lutar hoje. Ele não deveria lutar nunca mais"
Quando todos esperavam que o clima pela última luta de Anderson Silva no
UFC fosse de celebração pela carreira do brasileiro, mesmo com a
derrota por nocaute técnico para Uriah Hall, o que se viu da parte de
Dana White era um clima de tristeza. Não pela última luta do Spider, mas
sim por tê-lo deixado lutar essa luta.
Dana White disse estar arrependido por ter permitido que Anderson Silva lutasse contra Uriah Hall — Foto: Evelyn Rodrigues
- Depende de mim decidir, e ele está se aposentando. Ele ainda tem uma
luta no contrato, mas fez um acordo comigo. Antes deste contrato ser
assinado, ele acordou comigo que essa seria a última luta e que se
aposentaria. Nós temos um acordo. Já dei a ele mais lutas do que eu
deveria. Na verdade eu estou me sentindo mal. Não me sinto bem comigo
mesmo pelas lutas que eu dei a ele. Anderson deveria ter se aposentado
antes. Mas o cara é uma lenda do esporte e nessa empresa e era difícil
para mim dizer "não" a ele. Mas agora temos um acordo. Não gostei de
vê-lo lutando hoje. Fico triste ao ver o resultado.
Melhores Momentos de Uriah Hall x Anderson Silva no UFC Hall x Silva
Perguntado se tinha gostado da atuação de Anderson Silva, que resistiu
até o quarto round contra um lutador que é famoso pelos nocautes que tem
na carreira, Dana White disse que o brasileiro poderia ter tido muito
mais problemas se o adversário fosse outro.
- Ele enfrentou um cara que não absolutamente nenhuma agressividade. Em
uma luta principal de cinco rounds em rede nacional, esse cara deu 11
socos. Se ele tivesse enfrentado qualquer um dos outros monstros, ele
estaria em sérios problemas, apanharia muito de verdade. Uriah Hall é um
dos caras menos agressivos do UFC. E Anderson mal conseguia se levantar
para dar a entrevista. Teve que fazer a entrevista sentado. Eu cometi
um grande erro ao deixá-lo lutar hoje. Eu sabia que estava certo, e isso
ficou provado hoje. Ele não deveria lutar nunca mais.
O dirigente também garantiu que o Spider não lutará mais no UFC, e
disse torcer para que a família do brasileiro lhe diga o mesmo quando
ele chegar em casa.
- Não quero impedi-lo de fazer nada. Ele é adulto e pode fazer o que
quiser, mas ele ainda tem uma luta conosco e eu não o deixarei lutar
aqui nunca mais. Quero que ele se aposente, e espero que a família dele o
diga a mesma coisa quando ele chegar em casa. Estou em uma situação
difícil agora, porque ele é um cara com quem eu importo, que está na
companhia há muito tempo e eu não quero sentar aqui e detoná-lo. Mas ele
tem quase 46 anos de idade. A menos que você esteja tentando salvar a
sua própria vida ou defender a sua família, ninguém nessa idade deveria
lutar. Ponto.
Uriah Hall desferiu apenas 11 socos no segundo round da luta contra Anderson Silva no último sábado — Foto: Getty Images
Dana reconheceu que é difícil para um lutador de elite assumir que é
chegada a hora de se aposentar, e elogiou a capacidade do Spider de
competir aos 46 anos de idade.
- Quando você é um lutador de verdade, como Anderson Silva e Chuck
Liddell, nunca admite que é chegada a hora de se aposentar. Mas todos
nós sabemos. Você não precisa ser um expert em lutas para a hora de se
aposentar já passou há um bom tempo para Anderson. Lutar é divertido
para ele, é o que ele gosta de fazer, e ele é um artista marcial com
coração, ele gosta de se testar. Sendo realista, ele conseguir competir
aos 46 anos de idade é muito impressionante, mas chegou a hora de parar.
Comentando uma entrevista na qual Anderson Silva disse ter saudades dos
tempos em que Lorenzo Fertitta, um dos antigos donos do UFC, comandava o
UFC como se fosse uma família, Dana White disse que a empresa sempre o
tratou como uma família, a começar pelo salário que lhe paga.
- Essa semana ele disse em uma entrevista, mas eu não sei, porque não
confio nesses caras da imprensa. Ele disse que o UFC costumava ser uma
família quando Lorenzo estava aqui e coisas assim. Todos nós temos
saudades de Lorenzo - sempre admitirei que ele era o lado gentil do UFC -
mas eu sempre fui muito bom com Anderson Silva. Sempre o tratamos com
respeito. Se vocês soubessem quanto ele recebe para lutar, sujariam suas
calças. Acho que o tratamos como uma família e não deveria tê-lo
deixado fazer essa luta hoje.
Anderson Silva teve um momento sozinho no octógono após a derrota para Uriah Hall no UFC — Foto: Getty Images
Mesmo contrariado por ter permitido que Anderson lutasse no último
sábado, Dana White não escondeu a admiração pelo que o Spider fez no UFC
nos anos em que estava no auge da sua carreira.
- Ele é um dos maiores de todos os tempos. Muitas pessoas decidiram se
tornar lutadores profissionais após verem Anderson Silva lutar. Ele
inspirou uma geração inteira não só de lutadores, mas de artistas
marciais. Seu nome será eterno nos livros de recordes. Ele podia fazer
coisas que as outras pessoas não conseguia. Era quase impossível
tocá-lo. O que ele fez com Vitor Belfort e com Rich Franklin... Chris
Leben estava invicto quando eles lutaram, e tinha um queixo de aço. Ele
fez parecer que Leben não tinha queixo. Para não falar no que ele fez
com Forrest Griffin. Ele estava com a costela trincada contra Chael
Sonnen e o finalizou quase no fim do quinto round. Anderson fez lutas
lendárias aqui quando estava no auge. Ele já deveria estar no Hall da
Fama. É inacreditável isso ainda não ter acontecido.
Consultas por município e cargo, acesso à informações detalhadas
sobre a situação dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e
vereador, que pediram registro para concorrer às Eleições Municipais de
2020 já estão disponíveis na plataforma do site:DivulgaCandContas,
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Candidaturas de Guaratinguetá e
demais cidades do Vale do Paraíba ainda estão sendo contabilizadas.
A ferramenta traz ainda todos os dados declarados à Justiça
Eleitoral, inclusive informações relativas às prestações de contas dos
concorrentes.
Acesso O
sistema é aberto a todos os cidadãos, sem necessidade de cadastro
prévio ou autenticação de usuário. Na consulta, basta selecionar a
unidade da federação no mapa ou a sigla do estado que quiser
informações.
Na página principal do sistema, o interessado encontrará o
quantitativo total de candidaturas por cargo (prefeito, vice-prefeito e
vereador). No mapa do Brasil, é possível filtrar a pesquisa clicando na
unidade da Federação e depois no cargo desejado. Em seguida, aparecerá
uma lista com todos os políticos que concorrem ao cargo no estado.
Selecionado o nome do candidato, é possível obter informações sobre o
seu número, partido, composição da coligação que o apoia (se for o
caso), nome que usará na urna, grau de instrução, ocupação, site do
candidato, limite de gasto de campanha, proposta de governo, descrição e
valores dos bens que possui, além de eventuais registros criminais.
Também é possível acompanhar a situação do pedido de registro e eleições
anteriores das quais o candidato tenha participado.
Prazo
A ferramenta é atualizada toda hora à medida em que chegam
solicitações de registros à Justiça Eleitoral. No dia 26 de setembro, às
19h, termina o prazo para os partidos políticos e coligações
apresentarem o requerimento de registro de candidatos e chapas à Justiça
Eleitoral.
Caso os partidos políticos ou coligações não tenham requerido o
registro de algum candidato escolhido em convenção, a data-limite para a
formalização individual do registro perante o TSE ou algum Tribunal
Regional Eleitoral (TRE) é o dia 1º de outubro, também até as 19h.
Situação da candidatura
A situação do registro do candidato aparece ao lado da foto, além do
tipo de eleição à qual ele está concorrendo e um guia sobre os termos,
inclusive os jurídicos, utilizados para definir a situação dele perante a
Justiça Eleitoral.
Quando o processo é registrado na Justiça Eleitoral, é informada a
palavra “cadastrado” e, em seguida, “aguardando julgamento”. Isso
significa que o candidato enviou o pedido de registro de candidatura,
mas o pedido ainda não foi julgado, ou seja, o processo está tramitando e
aguarda análise.
Após o processo ser apreciado, o registro pode ser considerado “apto”
ou “inapto”. Caso o candidato não tenha nenhuma contestação e o pedido
tenha sido acatado, a situação que aparecerá no sistema será “apto” e
“deferido”. Candidatos que aparecem como aptos, mas houve impugnações e a
decisão é no sentido de negar o registro. Nesse caso, a situação será
“apto” e o complemento será “indeferido com recurso”.
Há ainda candidatos que apresentaram o registro e as condições de
elegibilidade avaliadas foram deferidas pelo juiz e, no entanto, o
Ministério Público Eleitoral (MPE) ou o partido recorreu da decisão.
Nessa hipótese, a condição será “apto” e “deferido com recurso”.
Na situação de registro julgado como apto, ainda há possibilidades de
situações como “cassado com recurso” ou “cancelado com recurso”. Isso
ocorre quando o candidato teve o registro cassado ou cancelado pelo
partido ou por decisão judicial, porém apresentou recurso e aguarda uma
nova decisão.
Por fim, também consta do sistema a condição de “inapto”, com os
complementos: “cancelado”, quando o candidato teve o registro cancelado
pelo partido; “cassado”; “falecido”; “indeferido”, quando o candidato
não reuniu as condições necessárias ao registro; “não conhecimento do
pedido”, candidato cujo o pedido de registro não foi apreciado pelo juiz
eleitoral; e “renúncia”.
Contas
O sistema também disponibiliza as informações relativas às prestações
de contas dos candidatos das eleições. O usuário pode fazer a pesquisa
das receitas dos concorrentes por doadores e fornecedores, além de
acessar a relação dos maiores doadores e fornecedores de bens e/ou
serviços a candidatos e partidos políticos.
Por meio do
departamento Bolsa de Empregos, a entidade oferece serviço gratuito a
todos os associados no processo de recrutamento, seleção e avaliação dos
melhores profissionais disponíveis no mercado.
Envio dos currículos: vagas@aceguaratingueta.com.br ou no balcão de atendimento da ACEG. Informar no título do e-mail o nome da vaga conforme divulgada.
Baixe o aplicativo ACEG Guaratinguetá e acesse as vagas em tempo real. Disponível para Android e IOS.
CONSULTE AS VAGAS DISPONÍVEIS:
Atualização: 07/10/2020
Auxiliar administrativo (Segmento: Serviços de Telecomunicações)
Contratação: CLT
Benefícios: VT, VA
Horário: Comercial
Requisitos:
Ensino médio completo
Desejável experiência
Conhecimento em informática
Conhecimento em rotinas administrativas e atendimento
Principais atividades a exercer:
Atendimento telefônico
Cadastro de dados no sistema
Vendas
Atendimento na empresa
Arquivo
Rotinas administrativas
Vendedor (Concessionária de autos e motos)
Contratação: CLT
Benefícios: Comissão
Horário: Comercial
Requisitos:
Ensino médio completo
Desejável experiência
Conhecimento em informática
Conhecimento em rotinas administrativas
Técnicas de Venda e atendimento ao cliente
Boa comunicação
Habilidade em vendas
Bom relacionamento
CNH categoria A/B
Principais atividades a exercer:
Atendimento ao cliente
Venda de serviços
Pós venda
Mecânico (Motores 2 tempos) - Segmento: Comércio de produtos Agrícolas
Contratação: CLT
Benefícios: VT
Horário: Comercial (segunda a sábado)
Requisitos:
Idade Mínima 25 anos
Ensino médio completo
Conhecimento em manutenção de motores 2 tempos
Desejável experiência
Candidatos de Guaratinguetá, Aparecida, Lorena e Cunha
Principais atividades a exercer:
Realização de manutenção em motores 2 tempos (Roçadeiras e Motosserras) e motores 4 tempos (cortador de grama e tratores)
Gerente de Vendas
Segmento: Lojas de roupas
Contratação: CLT
Benefícios: Premiação por meta atingida
Horário: Comercial (44 horas semanais)
Requisitos:
Ensino superior completo
Desejável experiência
CNH Categoria B
Habilidade em gestão de clientes;
Sólidas Habilidades organizacionais;
Pessoas ativas, extrovertidas e simpáticas.
Principais atividades a exercer:
- Desenvolver estratégias de negócios para aumentar a quantidade de
clientes, expandir o tráfego nas lojas e otimizar a rentabilidade.
- Atingir os objetivos de vendas treinando, motivando, orientando e dando feedback para o pessoal de vendas.
- Garantir altos níveis de satisfação dos clientes por meio de serviço excelente.
- Administrar totalmente a loja e garantir conformidade com políticas e procedimentos.
- Manter a loja em excelente condição e os padrões de visual merchandising.
- Fazer avaliações de desempenho dos funcionários para avaliar necessidades de treinamento e construir planos de carreira.
- Lidar com todos os problemas que surjam com os funcionários e clientes (reclamações, insatisfação, etc).
- Ser um exemplo brilhante de bom comportamento e alto desempenho.
Cadastro – Banco de Dados ACEG
PcD (Pessoa com Deficiência)
Contratação: CLT
Requisitos: Informar o CID (Classificação Internacional de Doenças) | Anexar laudo médico
Envio do currículo :
e-mail: vagas@aceguaratingueta.com.br
Mais Informações:
(12) 3128.2219 | 3128.2200
Instruções p/ envio do currículo:
Nomeie o arquivo com o currículo com seu nome.
Anexe o arquivo com o currículo ao e-mail.
Informe no “assunto do e-mail” o nome da “Vaga divulgada” ou área de interesse.
Validade dos currículos em nosso banco de dados: 6 meses.
A cada atualização em seu currículo, reencaminhe por e-mail.
De
um total de 64 projetos do PPI prometidos em janeiro para o ano, apenas
4 saíram do papel. Governo prevê realizar ainda 15 leilões em 2020, mas
os mais aguardados foram adiados e muitos ainda são dúvida.
Por Darlan Alvarenga, G1
27/09/2020 13h05 Atualizado há 31 minutos
Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, durante leilões de áreas do
Porto de Santos, em agosto. De um total de 64 projetos do PPI
prometidos para 2020, apenas 4 saíram do papel até o momento. — Foto:
Divulgação/Ministério da Infraestrutura
O governo pretende leiloar ainda neste ano 15 ativos federais do
Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Esse número, no entanto, é
bem menor que o previsto no início do ano: a grande maioria dos leilões de concessão ou privatização prometidos para 2020 foi adiada para 2021 e 2022.
Levantamento do G1 a partir dos dados do PPI mostra que, dos 64 projetos que estavam previstos no começo do ano para serem ofertados à iniciativa privada ainda em 2020, 47 foram adiados para 2021, 2 para 2022 e ao menos 5 tiveram o andamento suspenso. A lista de promessas frustradas no ano inclui, entre outros, o leilão do 5G, 22 aeroportos, 6 rodovias, 2 ferrovias e a venda de ao menos 6 estatais.
Em
quase dois anos de governo, a atual gestão não concluiu nenhuma
privatização ou liquidação de empresas públicas de controle direto da
União. Os adiamentos e revisões de cronograma são uma
consequência do impacto da pandemia de coronavírus na economia e na
estruturação dos leilões, mas também refletem as dificuldades enfrentadas pela equipe econômica do ministro Paulo Guedes para fazer avançar a sua agenda liberal.
O programa de privatizações reúne atualmente 17 estatais, além de
projetos de concessão, arrendamento e outros modelos de parceria em
diferentes áreas como transportes, defesa, óleo e gás, energia,
mineração e até parques nacionais e florestas. Veja mais abaixo quadro completo.
Neste ano, até o momento, apenas 4 dos projetos do PPI saíram do papel: a concessão da BR-101/SC, os leilões de dois terminais portuários em Santos (SP) e a renovação do contrato da concessão da Malha Paulista, ferrovia da Rumo.
A decepção com a lentidão do ritmo da agenda de privatizações foi inclusive a justificativa apresentada pelo empresário Salim Mattar para deixar em agosto o cargo de secretário de Desestatização do Ministério da Economia.
Sete já deixaram equipe econômica desde o ano passado
Em entrevista ao G1, a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, classifica como "míopes" as críticas ao andamento do programa de desestatizações, afirma que a venda de estatais continua sendo uma "prioridade" e que o desejo é que a Eletrobras seja a primeira grande privatização do governo Bolsonaro.
"Eu
chamo de míope [as críticas] porque é como se não tivesse uma
prioridade. A prioridade está muito clara quando você olha para essa
carteira de 17 ativos, sendo que no governo passado tínhamos um único
ativo, que era a CeasaMinas", afirma. "É o início de construção de uma
agenda que naturalmente leva tempo, assim como as concessões de
infraestrutura, e que ainda é mais desafiadora pela falta de paralelo",
disse.
Martha Seillier, secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) — Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
17 estatais na mira, a maioria em estudos iniciais
Das 17 estatais incluídas pelo governo no programa de privatizações até o momento, Eletrobras, Correios e Casa da Moeda são as 3 que dependem de autorização do Congresso e até mudança constitucional para que o processo siga adiante.
O plano de privatizar a gigante do setor de energia mediante aumento de
capital e venda do controle acionário foi anunciado ainda em 2017,
durante o governo de Michel Temer, mas continua enfrentando forte resistência de parlamentares.
"Tendo o OK do Congresso, conseguiríamos em alguns meses finalizar a
estruturação e precificação para levar a mercado a Eletrobras", afirma
Seillier.
Embora a promessa agora seja de realizar a venda de ao menos 13
estatais em 2021, incluindo Correios, Ceagesp, Telebras e Dataprev, a
grande maioria dos processos ainda se encontra na fase de preparação de
estudos e de contratação de serviços técnicos especializados, sem
modelagem definida.
A
única que segue no cronograma de 2020 é Ceitec, empresa na área da
indústria de microeletrônica. Mesmo assim, o que está previsto é o
início do processo de liquidação, após conclusão de que não haveria
interesse de mercado para vender a empresa como um todo.
A ABGF, que administra garantia para grandes obras, é outra que caminha
mais para liquidação do que para a privatização. "Eventualmente, a
gente pode não ter o que vender no fim das contas", admite a secretária.
O
presidente Jair Bolsonaro afirmou neste mês que qualquer processo é
“demorado” e que não está “segurando privatizações”, mas anunciou que a
Casa da Moeda não será privatizada no seu governo, tendo em vista
informações que teve de outros países que "a privatizaram e depois
voltaram atrás”. Ele também afastou novamente a possibilidade de incluir
Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal no programa.
"Estamos falando de uma carteira de 17 ativos que, pelo menos 16 deles,
com exceção da Casa da Moeda, a gente espera entregar nesse governo. E
isso é muito grande é muito impactante", afirma a secretária. "Todas
estão seguindo um fluxo muito responsável de estudos de viabilidade e
precificação, e todas tem um cronograma crível".
Leilões previstos para ocorrer ainda em 2020
2 ferrovias (renovações da EFVM e EFC): sem data definida
1 óleo e gás (leilão de oferta permanente): 3 de dezembro
1 energia elétrica (leilão de transmissão): 17 de dezembro
4 terminais portuários (1 em Paranaguá/PR, 1 em Maceió/AL e 2 em Aratu/BA): 18 de dezembro
3 direitos minerários
(Fosfato–Miriri PB/PE, Cobre–Bom Jardim de Goiás/GO e 1ª Rodada de
Disponibilidade de Áreas da ANM): só o último já tem data, 25 de
novembro
1 terminal pesqueiro (Cabedelo/PB): sem data definida
2 parques e florestas (Aparados da Serra/RS e Serra Geral/SC e Floresta de Humaitá/AM): sem data definida
1 desestatização (liquidação da Ceitec)
Além destes projetos, o cronograma
do PPI também prevê a realização de 8 leilões de projetos subnacionais
na área de saneamento básico, resíduos sólidos e iluminação pública, com destaque para a concessão de distribuição de água e esgoto na região metropolitana de Maceió, estruturado pelo BNDES e previsto para acontecer no dia 30 de setembro.
Se todos os leilões previstos para ocorrer até o final do ano forem
realizados, a estimativa é que os investimentos decorrentes das
assinaturas dos contratos somem R$ 35 bilhões, com destaque para o
leilão de transmissão de energia (R$ 7 bilhões) e para a renovação da
concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro
Vitória-Minas (EFVM), com compromissos de investimentos de R$ 17
bilhões.
Carteira total
A carteira do PPI reúne atualmente 155 ativos federais, além de
projetos municipais que estão sendo estruturados com o apoio do governo
federal. De acordo com o governo, os investimentos decorrentes da agenda de leilões previstos até 2021 somam ao menos R$ 466 bilhões.
As áreas com o maior número de projetos são portos, aeroportos, rodovias e energia. Veja quadro abaixo:
Carteira atual de projetos do PPI — Foto: Arte G1
Projetos adiados ou suspensos
Entre os leilões que o governo contava realizar ainda em 2020 e que
foram adiados para 2021 estão os das rodovias BR-153/080/414/GO/TO e
BR-163/230/MT/PA, e o da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL).
Segundo o Ministério da Infraestrutura, os editais serão lançados ainda
este ano, mas a previsão agora é que os leilões ocorrem no primeiro
trimestre de 2021.
Já os dois leilões de geração de energia, que inicialmente estavam
previstos para ocorrer em abril, foram suspensos por tempo indeterminado
em razão da pandemia.
"É
natural que a gente tenha tido alguns cronogramas impactados pelo
coronavírus, pela crise, principalmente nos estudos que envolviam
análises in loco, levantamentos e estudos de engenharia e ambientais",
afirmou a secretária, citando também as restrições para viagens aéreas
de técnicos.
Ao menos um leilão, o do terminal de passageiros de Mucuripe (CE), foi suspenso e segue sem previsão de retomada em razão do abalo da pandemia no setor de turismo e, por extensão, na atratividade do projeto.
"Os players que vínhamos conversando eram do setor de cruzeiros
marítimos. Está suspenso, por enquanto, justamente pelo perfil do
investidor, cujo setor ainda não tem muitos sinais de recuperação",
explica Martha Seillier.
Sobre a decisão pela liquidação da Ceitec no lugar da ideia inicial de
privatização, a secretária diz que o governo deixará de gastar R$ 75
milhões por ano no setor de semicondutores e poderá destinar os recursos
para atividades que impactam mais brasileiros.
"Na sondagem de mercado que foi feita ficou claro que ela não pode ser
vendida tal como está hoje. Agora ela tem equipamentos, patentes e
alguns ativos que podem ser comercializados pelo liquidante", afirma.
Da lista de desestatizações que não dependem de aval do Congresso, uma
das mais avançadas é a privatização da Companhia Docas do Espírito
Santo, prevista para o 2º trimestre do ano que vem.
A intenção do governo é usar o projeto como um laboratório para a
abertura do setor portuário e para a privatização do Porto de Santos,
até o final de 2022.
Incertezas e críticas do mercado
Os leilões de 22 aeroportos e do 5G
estão previstos para acontecer no 1º trimestre de 2021, mas são
considerados dúvida pelo mercado em razão dos abalos na demanda e também
pela maior incerteza em razão da pandemia e da disputa tecnológica e
comercial entre China e Estados Unidos.
Projetos do PPI previstos para serem leiloados em 2021 — Foto: Divulgação
Para Fernando Vernalha, sócio do escritório VGP Advogados e
especialista em infraestrutura, a próxima rodada de concessões de
aeroportos provavelmente só será viabilizada no pós-pandemia. "O
transporte aéreo foi um dos mais atingidos pela crise da pandemia,
havendo ainda dificuldade em se reposicionar a curva de demanda para o
setor", afirma.
Quanto às desestatizações, ele avalia que as mais complexas são a dos
Correios e da Eletrobras. "Muitas vezes o governo cria uma expectativa
de tempo para a conclusão destes projetos que é incompatível com as
complexidades inerentes à sua gestação", crítica.
Na avaliação do economista Gesner Oliveira, sócio da GO Associados, a
equipe de Paulo Guedes "superestimou" a capacidade de realizar
privatizações no país e "minimizou as dificuldades".
"Você
tem muitos passos e muitas resistências. É um processo muito difícil",
diz. "Acho que a equipe econômica minimizou as dificuldades e também o
apoio que teria do presidente. A verdade é que o recado do Bolsonaro foi
claro. Já naquela famosa reunião de abril ele já falou que nem pensar
na privatização de algumas grandes estatais icônicas".
Projetos do PPI previstos para serem leiloados em 2022 — Foto: Divulgação
Já para Fernando Camargo, sócio-diretor da LCA Consultores, o maior entrave para a agenda de privatização é a falta de habilidade política e de negociação da equipe econômica.
"Conseguem
pensar só para dentro, como se todo mundo pensasse ou devesse pensar
como eles. Não conseguem entender as resistências mais legítimas. Então
fica um negócio megaempacado realmente", afirma.
O especialista afirma que, do ponto de vista de mercado, há "meia dúzia
de empresas muito interessantes" na lista de privatizações, mas destaca
que há também coisas "sem pé nem cabeça" que "nunca ninguém botou muita
fé".
"O que tem de mais atraente e deveria ser tratado com cuidado e
respeito, inclusive aos atores envolvidos, não anda porque tem um
recorte ideológico. Nasce da visão de encolher o Estado. Começam a
colocar na lista tudo que se acha que não precisa mais, anunciam vendas
com cifras incríveis e dois anos depois descobre-se que não conseguem",
critica.
Privatizações x concessões e PPPs
Apesar da lentidão da agenda de privatização, os analistas veem avanços
nas concessões e parcerias público-privado em projetos de
infraestrutura, tanto na esfera federal como nos estados e municípios, e
afirmam que esses projetos tem se mostrado inclusive mais relevantes em
termos de garantia de novos investimentos.
"Acredito que, com o advento do novo marco legal do saneamento, haverá
uma demanda intensa por concessões principalmente no setor de água e
esgoto, mas também de resíduos sólidos", diz Vernalha.
Segundo levantamento da GO Associados, só na PPPs engatilhadas na área
de saneamento em todo do país e em oferta ao mercado, são quase R$ 50
bilhões em investimentos previstos.